quarta-feira, 3 de março de 2010

Relacionamentos

O Wagner me ligou hoje de novo. Convidou-me para tomar um café . Como eu estava em sp, aceitei. Foi legal. Percebi que ele falava em transar comigo com um pouco mais de vontade. E eu escutei com um pouco menos. Difícil explicar que tive minhas expectativas frustradas muitas vezes. Não quis polemizar, não iria levar a nada. Apenas abri um sorriso, fiz um charme. Tentei conversar sobre outras coisas enquanto olhava para ele e pensava que nós teríamos nos divertido muito durante todo esse tempo. Por um instante veio a idéia de que a culpa foi minha. Bobagem. A única vez em que nos encontramos de fato foi naquela estrada, quando nos vimos pela primeira vez. Todo o resto foi uma sucessão de desencontros.
Coincidentemente, li seu blog agora há pouco. Um dos textos era sobre final de relacionamento amoroso. O que acontece na prática é que não conseguimos terminar e não ver, não conversar ou nem saber mais daquela pessoa. A gente deixa o relacionamento se transformar aos poucos. Se era muito intenso, vira uma amizade sutil.

terça-feira, 2 de março de 2010

Cantada

Marcelo,

para quem costuma ler a revista de trás para frente, foi impactante. Quis ser ela. Melhor dizendo, quis conhecer você...Não, não é brincadeira. Mas é um delírio, já que sou casada. De qualquer forma, sempre tomo certas liberdades quando escrevo. E resolvi que seria assim desta vez. Nunca o vi na revista (pq só saem as mulheres da redação???). Queria saber como você é, o que faz profissionalmente , idade, endereço, celular...(risos). Também queria saber se quer saber como eu sou, o que faço (além de escrever para caras da revista) , idade, endereço, celular...( é sério!).

Mrs. Jones

Obs: preciso pedir para NÃO publicar a carta?